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Você faz parte das pessoas que dirigem pouco? Confira 4 dicas para não ter prejuízos
Dirigindo pouco: dicas e cuidados

Você faz parte das pessoas que dirigem pouco? Confira 4 dicas para não ter prejuízos

Há muito tempo que a nossa sociedade interpreta o veículo próprio como sinônimo de liberdade. O que não é para menos, não é verdade? Afinal de contas, os automóveis são famosos por entregarem autonomia aos seus donos que, então, não passam a depender de horários, rotas e afins. No entanto, será que essas vantagens também são relevantes às pessoas que dirigem pouco?

Esse é um dilema real, sobretudo para os desafios de mobilidade urbana nas grandes cidades, que contam com maior concentração de veículos por habitante. Pensando nisso, preparamos este artigo para esclarecer os problemas inerentes a um veículo parado na garagem, sem utilidade real no cotidiano do proprietário.

Para além disso, também reunimos as melhores dicas e alternativas aos dilemas apresentados, garantindo que você encontre uma solução pontual, rápida e rentável ao seu dia a dia. Acompanhe!

As consequências de um veículo ocioso

Apesar dos automóveis não serem sistemas orgânicos, vale perceber que eles exigem tanto cuidado quanto. O que poucos proprietários sabem é que a ociosidade – seja de curto, médio ou longo prazo – é uma inimiga silenciosa e cruel aos veículos. Afinal de contas, os carros são compostos por uma série de sistemas complexos, que englobam mecânica, elétrica, hidráulica, pneumática e afins. Todas essas aplicações de engenharia dependem do funcionamento para sustentarem uma vida útil.

Inclusive, perceba que os veículos sofrem nos dois extremos, tanto com o estresse e sobrecarga operacional quanto pela ausência total de funcionamento. Sendo assim, reunimos quais são as principais consequências em manter o seu veículo parado na garagem. Confira!

Danificação do motor

O principal prejudicado, já que o seu funcionamento depende de utilização consistente. Além disso, os motores têm a sua durabilidade diretamente relacionada à lubrificação, que passa a ser ineficaz ao momento em que o óleo ultrapassa a validade, perdendo seus componentes lubrificantes.

Perda de bateria

Não raramente, o proprietário de um carro ocioso se dá conta de que está completamente sem bateria, justo nos raros momentos em que precisaria do veículo. Isso ocorre porque os componentes eletrônicos – cada vez mais numerosos nos automóveis modernos – continuam a consumir energia, mesmo com o motor desligado.

Alguns exemplos de componentes assim são os alarmes volumétricos, sensores de presença e centrais eletrônicas que, em situação vigilante, drenam a bateria continuamente para garantir a segurança do veículo.

Prejuízos aos pneus

Já os pneus sofrem em dois aspectos, até mesmo com danos permanentes, a depender do tempo de ociosidade. O prejuízo mais imediato e, portanto, remediável é a despressurização. Com cerca de 15 dias o seu veículo já conta com pneus mais murchos, prejudicando estabilidade, dirigibilidade, segurança e conforto ao momento da condução.

O problema se intensifica quando os pneus ficam despressurizados por muito tempo, em que o peso do veículo deformará esses componentes, devido o estresse sofrido pela cinta metálica durante o período de ociosidade e falta de calibração adequada.

Danos aos componentes de admissão e reserva de combustível

Todos os componentes periféricos ao tanque de combustível sofrerão com uma gasolina fora de validade que, quando parada, sedimenta e acumula detritos metálicos no fundo do reservatório. Essas partículas ainda poderão entupir o filtro e, por consequência, prejudicar os bicos injetores de combustível.

Até mesmo a boia, responsável por aferir a quantidade no tanque, pode ser prejudicada com a corrosão e sobrecarga realizada por esses detritos.

Inadequação do filtro do ar-condicionado

O filtro de ar é um dos componentes mais cruciais à saúde dos ocupantes de um veículo, principalmente quando falamos em saúde respiratória e pulmonar. Veículos ociosos e pendentes de manutenção formam colônias de bactérias e fungos, extremamente prejudiciais ao condutor e demais passageiros.

As 4 melhores dicas para as pessoas que dirigem pouco

Como pôde ver, a ociosidade de um veículo pode ser fatal ao conjunto mecânico e nociva aos condutores. Por isso, reunimos as melhores orientações aos proprietários que, inevitavelmente, dirigem pouco. Tenha certeza que ao adotar estas quatro práticas, você isentará o seu automóvel de todos os problemas listados anteriormente. Veja!

1. Atenda as revisões periódicas e manutenções preventivas

Verificando o manual do seu veículo você encontrará as orientações da montadora, indicando os melhores períodos para revisar o automóvel e substituir seus componentes. Inclusive, não existe desculpa do gênero: mas o carro fica parado, não há o que revisar!

Nada disso, caro leitor! Inclusive, as fabricantes expressam as recomendações em duas medidas para evitar essa confusão, apontando períodos em quilometragem percorrida ou tempo. Portanto, garanta a funcionalidade e vida útil do seu veículo atendendo as recomendações da montadora pontualmente. 

2. Realize os procedimentos menores

É assim que chamamos algumas etapas de manutenção que você mesmo pode realizar, sem nenhum esforço extraordinário ou profundo conhecimento técnico. São coisas simples, mas extremamente funcionais como:

  • abastecer com combustível aditivado caso precise deixar o veículo parado por muito tempo;
  • ligar o veículo diariamente, permitindo que o motor se exercite por alguns minutos;
  • calibrar os pneus quinzenalmente, evitando a despressurização e deformação;
  • repor o óleo e a água dos reservatórios conforme orientado no manual.

3. Estacione em locais seguros

Essa é uma dica válida para os proprietários que, por alguma circunstância específica, não podem deixar os carros em uma garagem coberta e livre de perigos. Portanto, evite a todo custo deixar o automóvel parado nas ruas, sem nenhuma proteção contra bolas de futebol, pedras, granizo, chuvas e enchentes.

4. Compartilhe seu carro e faça renda extra!

Simplesmente, a opção mais vantajosa dessa lista. Afinal de contas, além de todos os prejuízos de um carro parado, você não deve esquecer das despesas recorrentes, que existem mesmo estacionado na garagem do seu prédio.

Por fim, perceba que essa é a alternativa mais completa, pois garante que você mantenha o veículo em circulação, em mãos confiáveis, enquanto é remunerado pela locação deste. Isso pode auxiliar no custeio dos gastos desse bem, além de que, até certo ponto, pode chegar a representar uma fonte secundária de renda.

Caso você esteja no grupo de pessoas que dirigem pouco, que tal aproveitar uma das soluções listadas acima? Entre em contato conosco agora mesmo e rentabilize o seu automóvel ocioso. Para tanto, acesse agora esta página dedicada aos Parceiros moObie!

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