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7 startups brasileiras de economia compartilhada para se inspirar

7 startups brasileiras de economia compartilhada para se inspirar

Enxergar o futuro e as relações de consumo antes da era dos aplicativos eram tarefas tão aleatórias quanto especulativas. Em 2007, o mundo se transformara com o advento do iPhone seguido de sua visionária loja de apps, que alteraria as relações pessoais para sempre, seja social ou economicamente.

Isto porque os apps garantiam um leque de funcionalidade ao smartphones, que hoje representam extensões precisas do que somos, consumimos e pensamos. Estas pequenas caixinhas tornaram-se o apêndice produtivo de qualquer consumidor, em todos os cantos do globo em que a tecnologia é comercializada.

Foi nesse terreno fértil da virtualidade do consumo que surgiram inúmeras soluções capazes de facilitar o cotidiano das pessoas. Portanto, hoje dedicamos este post a um tema relacionado à tecnologia e à facilitação dos problemas diários, elencando 6 startups brasileiras de economia compartilhada. Acompanhe!

Startups brasileiras de economia compartilhada que merecem a sua atenção

Embora o Brasil não disponha do Vale do Silício californiano, isso não interferiu na capacidade dos empreendedores brasileiros de criarem soluções tão geniais e inventivas quanto aquelas vistas lá fora. Por isso, inúmeras das empresas que você encontrará nesta lista sempre terão um objetivo simples: solucionar o problema do consumidor, de maneira fácil, rápida e desburocratizada.

Na realidade, esta é uma máxima da economia compartilhada: cortar intermediários, custos, dificuldades e conectar os serviços aos contratantes da maneira mais ágil e transparente possível.

Com isso, ganha-se pontos em confiança, agilidade e conveniência. Dois exemplos globais da economia compartilhada são o Uber e o Airbnb — mobilidade urbana e locação residencial, respectivamente.

O setor da economia compartilhada tem tudo para continuar em expansão, uma vez que volume de consumidores adeptos a esses serviços cresce a cada ano. Uma análise previsional da consultoria PwC aferiu que em 2025 este setor faturará 335 bilhões de dólares mundialmente.

Sem mais delongas, confira as startups!

1. Moobie

Moobie tem a missão de colaborar no desenvolvimento da economia compartilhada no Brasil, focando em um setor tão desafiador quanto essencial: a mobilidade urbana. A empresa se mostra como uma alternativa relevante à necessidade de adquirir um carro, promovendo o compartilhamento de veículos entre proprietários e locadores.

Toda essa relação de negócio ocorre de maneira fácil, desburocratizada e principalmente: segura! A plataforma disponibiliza os veículos a valores substancialmente menores que aqueles praticados nas locadoras.

Tanto quem locará o próprio carro, como quem precisar alugar um utilizará o app da Moobie — disponível para Android e iOS. Para quem aluga, basta cadastrar-se, escolher o carro e acompanhar o pedido em tempo real, da escolha do modelo à devolução o veículo e, por fim, avaliar a experiência. Simples, não?

Quem disponibiliza o veículo a aluguel também não encontra dificuldades. Basta se cadastrar na base de parceiros da Moobie e receber todo o suporte necessário, do anúncio ao financeiro. Se você tem interesse em locar o seu carro, vale a pena conferir a régua de valores do quanto você pode ganhar com o seu possante.

2. Bliive

Já a Bliive tem uma abordagem mais focada na comercialização de experiências. Pode ser que essa descrição levante algumas sobrancelhas, mas o serviço é bastante simples e objetivo. A plataforma serve tanto para quem tem algum serviço a oferecer, como àqueles que procuram alguma solução.

O serviço trabalha com os bliives — moedas equivalentes a uma hora — e que são utilizadas como pagamento daqueles que disponibilizam os serviços. As experiências ofertadas na plataforma são as mais variadas possíveis, indo de reparos eletrônicos, dicas de jardinagem até aulas de idioma.

É uma startup bastante visionária e que enxerga o valor do intercâmbio de experiências, beneficiando tanto aqueles que pretendem aprender como os que desejam ensinar.

3. Dandelin

Esta startup tem por objetivo democratizar o acesso aos serviços de saúde no Brasil. A Dandelin conecta os médicos aos pacientes, disponibilizando um balcão de serviços de maneira descomplicada.

Os pacientes pagam mensalidades ao serviço, em vez das consultas. A plataforma aceita o cadastramento de todos, seja você o médico ou o paciente. De acordo com o site, os custos são divididos igualmente entre todos os membros da comunidade no final do mês. Além disso, não há diferença por idade: tendo 18 ou 79 anos, o valor pago mensal é o mesmo para todos.

4. Tem Açúcar?

Esta empresa de nome e identidade bem-humorada visa facilitar as relações de troca entre os vizinhos nesse grande Brasil.

Tem Açúcar? disponibiliza uma plataforma de compartilhamento de objetos entre os moradores próximos, conectando aqueles que desejam compartilhar com quem precisa tomar algo emprestado. Não é mais necessário o toc-toc na porta dos vizinhos para pedir uma furadeira ou barraca de acampamento.

Além de estreitar laços com pessoas que moram perto de nós — mas raramente vemos! — , evitam-se gastos desnecessários. A solução já é bastante consagrada na imprensa e entre seus usuários, com certeza vale a pena conferir!

5. Rentbrella

Esta startup de nome curioso oferece uma solução simples e fundamental ao cotidiano das cidades chuvosas: o aluguel de guarda-chuva! A Rentbrellasegue os lemas da economia compartilhada, facilitando todo o seu processo de locação, que ocorre da seguinte maneira: você confere no app a localização de uma estação da Rentbrella por perto, retira um guarda-chuva, utiliza pelo tempo necessário e devolve! Simples, rápido e brilhante!

6. DogHero

A startup heroína dos bichos de estimação! Caso você seja aquela pessoa que fica de coração partido de viajar, por ter que deixar seu pet desolado e solitário, seus problemas acabaram.

A plataforma conecta cuidadores — devidamente qualificados e classificados por um sistema de pontuação — aos guardiães dos bichinhos, que não querem deixar o animal em um hotel. A DogHero é uma ótima solução, mais econômica, carinhosa e segura do que os tradicionais hotéis animais.

7. My Open Closet

Esta startup foca na facilitação do compartilhamento de vestidos e acessórios para ocasiões especiais A My Open Closet — “Meu closet aberto” em uma tradução direta — viabiliza a interação entre os consumidores, expondo, de maneira intuitiva, as peças de quem anuncia para aqueles que precisam locar para momentos especiais, como formaturas, casamentos e batizados.

A startup incentiva os consumidores a literalmente abrirem seus closets, disponibilizando aquelas peças das quais se gosta muito, mas que foram usadas em raras ocasiões.

Isso beneficia tanto quem expõe a peça — pois este consegue um dinheiro extra pelo aluguel daquelas peças usadas raramente — , quanto aqueles que irão alugá-las por preços justos, sendo bem mais barato que adquirir um vestido novo. Ambos os procedimentos são simplificados, bastando selecionar a peça e informar a data desejada.

As transformações: a economia compartilhada modificando o comportamento dos consumidores

Como foi possível perceber nos exemplos mostrados acima, a economia compartilhada tem desconstruído parte da obsessão do consumo que até pouco imperava na nossa sociedade.

Dia após dia, a necessidade do consumo é suprimida pelas comodidades da tecnologia. Quanto mais simples e convenientes as soluções, maiores as chances de sucesso dos empreendimentos de economia compartilhada.

Achou bacana esses exemplos de startupsvoltadas à economia compartilhada? Então aproveite a sua visita no blog para conhecer ainda mais detalhes sobre o tema, lendo agora mesmo o post “Economia colaborativa: como ela está mudando a forma de consumo?”. Assim, você descobrirá mais sobre esta relação de consumo que construirá o futuro!

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